Um gráfico com 36 anos de idade, mesmo com salário superior ao piso de ingresso da categoria, que hoje é de R$ 1.951,85, decidiu demitir o seu patrão por conta das várias irregularidades trabalhistas praticadas na Copiadora Nacional, no Recife-PE. Ele não é o primeiro nem será o último, enquanto tiver empresa, a exemplo desta, tentando negar o FGTS, férias e os demais direitos do gráfico contido na CLT e da Lei dos Gráficos (CCT).
O trabalhador teve o apoio do Sindgraf-PE e aguarda decisão judicial para receber todos os seus direitos, inclusive a multa de 40% do FGTS, aviso prévio e suas guias do Seguro-Desemprego, como se ele que estivesse sido demitido, pois só saiu porque a empresa era recorrente no descumprimento trabalhista. O Sindgraf-PE garante a luta. Os gráficos garantem o sindicato. Sindicalizem-se!
A demissão do patrão pelo trabalhador sem que o empregado saia no prejuízo é possível. Basta que a empresa mantenha suas falhas em relação ao pagamento salarial ou deixe de cumprir com outras obrigações, como a não concessão e pagamento das férias do gráfico, não depósito mensal do FGTS e etc.
No caso da Copiadora Nacional é o que vem acontecendo com os trabalhadores. E este profissional resolveu demitir o patrão depois de ter ficado sem férias do período aquisitivo de 2024/25 e de não ter todos os depósito do FGTS na conta, mesmo trabalhando normal.
Além de perder o experiente trabalhador, o que é um grande problema para qualquer gráfica, posto que tem caído o interesse dos profissionais de continuar no setor devido à falta de incentivo, sequer uma cesta básica, a Copiadora Nacional responde o processo para não só pagar todo o FGTS devido, como a multa de 40%, aviso-prévio mesmo sendo a empresa demitida, férias pendente e mais 30% do seu valor, bem como a liberação da guia de seguro-desemprego, dentre outros. A advogada do Sindgraf acompanha o caso. Gráfico: seja forte, seja sócio. Sindicalize-se


