O trabalho gráfico é técnico especializado e leva certo tempo para qualificação no setor. Por esta razão, as empresas devem valorizar os profissionais para que não busquem outro ramo pela falta de valorização dos patrões e pela vasta oferta de trabalho diante do pleno emprego no Brasil. A categoria quer reajuste salarial de 10,33%, mas também novos pisos que reconhecem a importância pela função.
Já tem o piso diferenciado para impressor offset quatro ou mais cores (R$ 2.996,82 – atual valor. E subiria a R$ 3.307 com reajuste de 10,33% reivindicado pela categoria). Mas ainda assim falta criar o piso específico para o gráfico que trabalha com a offset bicolor. A proposta desse piso é que seja de R$ 2,9 mil.
Além disso, o operador de máquinas no setor de acabamento ainda continua recebendo piso de ingresso (R$ 1.841,05 – valor atual sem o reajuste). Isso é uma desvalorização e é injusta porque é o piso para quem acaba de entrar no ramo, sem experiências. Portanto, é preciso criar mais esse piso diferenciado. A proposta é que o seu valor seja de R$ 2,5 mil.
A reivindicação para a criação desses dois novos pisos (impressor bicolor e operador de máquinas de acabamento), juntamente com outras pautas e o reajuste salarial de 10,33% (elevando o piso de ingresso para R$ 2.032) foi entregue ao patronal pelo Sindgraf, que cobra o começo das negociações antes da data-base da categoria (1° de outubro) e defende a sua aprovação na integralidade. Com luta tem novo piso e ganhos. Sindicalize!



