O gráfico trabalha porque precisa se manter e a sua família através do salário. E quando sai da empresa, precisa está com saúde, do jeito que entrou, para buscar novo emprego. É por isso que o Sindgraf lutou em todas as campanhas salariais para manter na Lei do Gráfico (CCT) a obrigação da empresa fazer a rescisão contratual no sindicato, inclusive mesmo depois da reforma trabalhista. Neste momento, o Sindgraf confere se a saúde do gráfico está em dia, se não tiver, impede que a empresa o demita doente e desamparado, como está atuando no caso do jovem gráfico da Brascolor (Abreu e Lima) com hérnia umbilical. Gráficos: sejam fortes, sejam sócios!
Há dois meses, a Brascolor tentou demití-lo e apresentou um atestado demissional onde indicava aptidão. Mas o gráfico reclamava de hérnia. Um novo laudo comprovou a questão. O Sindgraf-PE recusou homologar a rescisão e inseriu nela uma ressalva sobre a doença.
Desde então, com o laudo de hérnia, enviado para a Brascolor pelo Sindgraf, que a gráfica não apresenta solução exigida pelo sindicato dentro da lei. “O gráfico tem direitos e não o deixaremos sozinho. Paciência tem limite. Ainda mais quando prejudica o trabalhador. O Ministério do Trabalho será acionado”, diz Mauro, sindicalista e gráfico da Brascolor. O Sindgraf-PE garante a luta. Os gráficos garantem o sindicato. Sindicalizem-se!


