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Empresas têm chance de oferecer vantagens para manter gráficos sem custos adicionais

A reivindicação dos gráficos está em sintonia com o pleno emprego do Brasil, tanto que além das pautas econômicas, há uma série de medidas pleiteadas ao patronal sem que elas (empresas) tenham custos adicionais, podendo assim estimular a categoria a não sair do setor em busca de outros ramos que oferecem vantagens. Dentre elas, a redução de jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40hs, testada e aprovada, onde mostra ganho de produtividade, como na Indústria Renda (Abreu e Lima). E a igualdade salarial entre homens e mulheres que ganham acima dos pisos salariais e uma estabilidade de 120 dias no emprego após a campanha salarial para garantir com que recebam tal aumento. Estas são só algumas dessas reivindicações que valorizam os gráficos e fortalece o setor. Gráficos: Com luta tem ganhos. Sindicalize!

Todo ano tem campanha salarial. Apesar de toda luta da categoria, muitos gráficos nem sentem o ganho quando são demitidos logo após o reajuste. A estabilidade empregatícia temporária de quatro meses evitaria com esse mal, sem nenhum custo para o patrão. E ainda garantir uma estabilidade maior, no caso por três meses, para todos os gráficos quando eles voltam do afastamento do INSS por doenças não relacionadas ao trabalho. 

Outra medida sem custos é a garantia de que o trabalhador que realiza a mesma função, seja homem ou mulher, receba igual salário. Nem sempre isso ocorre em relação à mulher quando ela atua em atividades que recebem acima dos pisos salariais postos pela Lei do Gráfico. É preciso acabar essa desigualdade. Ainda mais que só aumenta as mulheres nas gráficas. E que deve seguir crescendo com a ampliação do ramo de embalagens no setor.

A fim de evitar a sobrecarga de trabalho e melhorar a produtividade, sem colocar em risco a saúde dos gráficos nem o lucro das empresas, o patrão pode também reduzir a jornada para 40 horas semanais, como já é aplicado na Renda, Cepe e na Fasa há anos. 

O Congresso Nacional debate esse tema, bem como o fim da escala 6×1 e a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. O Sindgraf tem contribuído através da coleta de votos de trabalhadores no plebiscito popular para pressionar congressistas. Além da redução de jornada, os patrões ainda podem valorizar os gráficos, pagando dobrado (100%) em caso de horas-extras em dias de semana. O tamanho da conquista será do tamanho da unidade, participação e da luta dos gráficos!

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